Li esse texto no blog do Augustus Nicodemos e sinceramente concordo com ele sobre a chamada “dança liturgica”, ou “dança espiritual”. Não tenho nada contra a dança em si. Só não acho correto usar isso no culto público ou como “adoração”, como dizem muitos que são a favor de tal recurso para o culto. Creio que o culto deve ser bíblico, sem modismos e invencionismo. Não sou adepto do “Princípio Regulador de Culto”, que diz que danças no culto, ou mesmo instrumentos musicais são pecado, pois para mim é radicalismo irracional e legalista tão místico como as práticas neopentecostais que tanto condenam, mas também sou adepto do esforço para termos um culto público puro a Deus, conforme o que ensina as Escrituras e valorizando também, com permissão escriturística, a nossa cultura brasileira, que nada tem a ver com essas “danças litúrgicas”, ao melhor estilo “Diante do Trono” ridículas que tiram o foco do culto que deve ser Deus, o Pai, e o nosso Senhor Jesus Cristo que nos amou e deixou para nós as Escrituras para nos orientar sobre como devemos cultuá-lo.
Resumindo minha opinião: Não creio que é pecado dançar num culto público, mas penso que é algo totalmente dispensável. O problema está quando dizem que essas danças são “unção de Deus” ou são “algo nascido no coração de Deus para o culto”. As escrituras são as que normatizam o culto e elas dão liberdade para cultuarmos da melhor forma que encontrarmos, desde que dentro das normas de culto (Efésios 5:19, Colossenses 3:16, 1 Coríntios 14:15), mas em nenhum momento dizem que esse elemento é “unção de Deus” na liturgia. Não há base Escriturística para dizer que isso é uma “restauração” do culto judeu, como fazem os praticantes dessa moda litúrgica.
Espero que esse artigo do Nicodemos venha a esclarecer a muitos e incentivar mais e mais pessoas a mudarem de modismos para valores eternos que produzirão melhores frutos para nós como cristãos. Deus abençoe.
Davi dançou, eu também quero dançar!
Este é um dos argumentos que mais escuto da parte daqueles que defendem a “dança litúrgica” durante os cultos públicos nas igrejas evangélicas. Se o rei Davi dançou diante da arca de Deus, quando a mesma estava sendo trazida de volta para Jerusalém, por que nós não podemos, da mesma forma, expressar nossa alegria diante de Deus em nossos cultos, com danças de caráter religioso? Afinal, a Bíblia menciona não só Davi, mas Miriã e outras pessoas que dançaram de alegria na presença do Senhor (a imagem ao lado de Davi dançando é do famoso pintor francês James Tissot).
Não consigo me convencer com este argumento. Eu sei que existem outros, mas este, em particular, não me convence. Não é que eu seja contra a dança em si. Sinceramente, não vejo como considerar a dança como um ato pecaminoso, como parece que alguns segmentos evangélicos fazem. Se Davi dançou, e com ele outros personagens da Bíblia, isto pode não provar que devemos dançar em nossos cultos, mas no mínimo é uma evidência de que a dança em si não é pecaminosa, errada ou imprópria para o cristão. A não ser, é claro, aquelas danças sensuais, provocativas, eróticas ou, no mínimo, sugestivas, que despertem paixões e a lascívia. Nesse caso, me junto aos Pais da Igreja, como Basílio, João Crisóstomo, Agostinho, Tertuliano, entre outros, que condenaram veementemente este tipo de dança por parte parte dos cristãos.
Mas, nem toda dança é sensual. Quando eu estava estudando para meu doutorado nos Estados Unidos frequentava com minha família uma igreja presbiteriana muito firme biblicamente. Uma vez por mês os casais da igreja se encontravam no salão social num sábado a noite onde, liderados pelo pastor e sua esposa, ouviam música country, jazz, clássica, e eventualmente dançavam (cada um com seu cônjuge, veja bem!). Minha esposa Minka e eu estivemos lá umas poucas vezes. Nós mesmos não chegamos a dançar, sou meio duro nas articulações e daria um espetáculo horroroso, matando a Minka de vergonha… hehehehe. Mas foi uma experiência muito interessante, que me marcou pela alegria, naturalidade e pureza do evento. E serviu para demonstrar o que eu já pensava, que dançar em si não é pecado.
Voltemos a Davi. Por que então não consigo aceitar que o exemplo dele é definitivo como base para as danças litúrgicas, ministérios de coreografia, dança profética e grupos de danças durante os cultos?
Bem, primeiro porque não acredito que devamos fazer normas ou estabelecer princípios gerais para a vida da igreja simplesmente a partir de atos, ações, eventos, incidentes envolvendo os heróis da Bíblia. Nem tudo o que aconteceu na vida deles pode virar paradigma para os cristãos. A não ser aquelas coisas que a própria Bíblia determina. Jesus, por exemplo, recomendou que imitássemos Davi em sua atitude para com a lei cerimonial (Mat 12:3). Davi é citado como homem segundo o coração de Deus (Atos 13:22), que serviu a Deus em sua própria geração (Atos 13:36), no que deveria ser imitado. Sua fé o coloca na galeria dos heróis da fé em Hebreus (11:32) e serve de exemplo para nós. Ainda poderíamos mencionar seu arrependimento e contrição após ter pecado contra Deus (Salmos 32 e 51). Tais coisas são norma e regra geral para todos os cristãos. Isto não significa, todavia, que cada atitude de Davi sirva de modelo para nós.
Uma segunda dificuldade que tenho é com este tipo de interpretação, muito popular hoje entre os evangélicos, que simplesmente transpõe para nossos dias os eventos históricos narrados na Bíblia, sem levar em consideração o contexto cultural, histórico, teológico e literário dos mesmos, e os usa como base para construir ritos, práticas e regras a serem seguidos nas igrejas cristãs. Moisés bateu com a vara na rocha – lá vem a reencenação do episódio nas igrejas como símbolo da vitória. Ouvi falar que a derrubada da muralha de Jericó foi recentemente reencenada numa igreja (usando uma muralha de isopor e gelo seco) como base para se clamar a vitória para o ano de 2009. E por ai vai. A lista é enorme. No caso de Davi, não poderíamos esquecer que na cultura do Antigo Oriente as danças eram usadas como manifestação popular pelas vitórias militares obtidas, e eram geralmente lideradas pelas mulheres. Foi o caso com a dança de Miriã (Ex 15:20), a filha de Jefté (Juízes 11:34), as mulheres de Judá (1Sam 18:6) e a própria dança de Davi (2Sam 6:20). Ao que parece, o povo saia em passeata dançando em roda (sobre dança de roda, veja Juízes 21:21 e 23). Até onde sei, no Brasil não se costuma celebrar as vitórias com danças de roda. As danças têm outra conotação e servem a outros propósitos, nem sempre moralmente neutros.
Tudo bem, vá lá. Vamos supor, por um momento, que a dança de Davi sirva de base para nós, cristãos. O que o evento lúdico do rei de Israel poderia nos autorizar? Com certeza, não autoriza que dancemos nos cultos públicos de nossas igrejas, pois a dança de Davi foi numa passeata religiosa, nas ruas de Jerusalém, algo espontâneo e do momento. Ele não marcou um culto no templo de Jerusalém, que era o local determinado por Deus para os cultos a Ele, onde foi dançar de alegria perante o Senhor. Até onde eu sei, nos cultos determinados por Deus no Antigo Testamento não havia dança alguma. Deus não determinou a dança como elemento de culto, não há qualquer registro de que as mesmas fizessem parte do culto que lhe era oferecido no templo. E acho que os apóstolos e primeiros cristãos entenderam desta forma, pois não há danças nos cultos do Novo Testamento.
Se formos usar o exemplo de Davi como base, chegaremos à conclusão que a dança dele também não autoriza a criação de grupos de dança litúrgica nas igrejas, que se apresentam regularmente nos cultos. Não justifica nem a criação dos ministérios de dança e a descoberta do dom espiritual da dança litúrgica e profética. A dança de Davi foi um evento isolado e individual. Não foi feita por um grupo que treinava e ensaiava para se apresentar regularmente nos cultos do templo. Aliás, não encontro no Antigo Testamento qualquer indicação de que havia em Jerusalém um grupo de levitas que se dedicavam ao ministério da dança litúrgica e que se apresentavam regularmente durante os cultos no templo de Deus. E deve ser por isto que também não encontramos estes grupos no Novo Testamento. Acho que o rei de Israel cairia de costas se ele visse tudo o que se inventou hoje no culto a Deus com base naquele dia em que ele saltou de alegria diante da arca do Senhor.
Por último, acho que este tipo de argumento, “Davi dançou, eu também quero dançar”, deixa de lado alguns princípios importantes sobre o culto que devemos prestar a Deus. Primeiro, que embora toda nossa vida seja um culto a Deus (veja 1Cor 10:31), Ele mesmo determinou que seu povo se reunisse regularmente para cultuá-lo, cantar louvores a seu Nome, buscá-lo publicamente em oração e ouvir Sua Palavra. Uma coisa não exclui a outra, mas não devem ser confundidas. Nem tudo que cabe na minha vida diária como culto a Deus caberia no culto público e solene. Por exemplo, posso plantar bananeira para a glória de Deus, mas não vejo como justificar isto no culto público regular das igrejas. Cabia perfeitamente a Davi dançar de alegria naquele dia, na procissão de vitória, nas ruas de Jerusalém. Todavia, não o vemos fazendo isto no templo de Jerusalém, durante os cultos estabelecidos por Deus.
Segundo, não podemos inventar maneiras de cultuar a Deus além daquelas que Ele nos revelou em Sua Palavra. Os elementos que compõem o culto a Deus, até onde eu entendo a Bíblia, são a oração, o cantar louvores, a ação de graças, a leitura e pregação da Palavra, as contribuições voluntárias de seu povo, o batismo e a Ceia (quando houver). É claro que a Bíblia não estabelece ritmos musicais, não nos dá orações fixas e nem mesmo uma ordem litúrgica a ser seguida. Mas, ela nos dá os princípios e os elementos do culto que Deus aceita. A questão, portanto, não é se Davi e outros heróis da fé dançaram, mas sim se as danças litúrgicas fazem parte daquele culto que Deus determinou em Sua Palavra. E mesmo que eu não tenha nada contra o dançar em si, não vejo como as danças possam ser enquadradas como elementos de culto.
Enfim. Ao ler a história da dança de Davi o que aprendo é o amor que ele tinha ao Senhor, e a alegria que o dominava pelas coisas de Deus. Aprendo que devo amar ao Senhor e me alegrar com as coisas dele à semelhança de Davi. Todavia, não creio que a maneira com que Davi expressou estes sentimentos seja elemento de culto para os cristãos. O texto está muito longe de requerer isto. Sei que vou escandalizar muita gente ao dizer que eu não veria problemas com grupos de coreografia para evangelizar ou mesmo para participar em reuniões sociais dos jovens e adolescentes de nossas igrejas (sobre boate evangélica, falaremos em outra oportunidade). Mas o culto público a Deus, quer nos templos, quer em qualquer outro lugar, é regido pela regra: “só devemos adorar publicamente a Deus com aqueles elementos de culto que encontramos na Bíblia”.
Termino lembrando que neste post estou interessado apenas no uso do episódio da dança de Davi como base para as danças litúrgicas. Há vários outros argumentos usados para defender esta prática, cada vez mais comuns nas igrejas evangélicas (como por exemplo o Salmo 150), que não receberam atenção aqui, mas que podem ser alvo de uma futura postagem sobre o assunto.
Sola Scriptura!
Arquivado em: apologética, Calvinismo, pessoal, protestante, teologia




Exatamente, a dança é uma expressão de adoração particular de adoração!Se vc se sente a vontade em adorar dançando, faça-o, como pessoas levantam as mãos, ou mesmo glorificam a Deus no meio de uma musica, a dança é uma expressão do corpo para adorar ao Rei.Salmos 149:3 Louvem-lhe o nome com danças, cantem-lhe louvores com adufe e harpa …Claro que nada disso deve ser feito por mero modismo! O modismo é uma das coisas coisas que alimentam a religiosidade que tanto maldizemos.Viva a expontaneidade!Viva la Revolucion!
Acho que usar as danças de uma maneira saudável na adoraçao pública. Também nao acho que precisamos de um bíblico "dançarás no culto" para entender que a expressao corporal, as emoçoes, assim como a experiência com os sentidos podem, devem e de alguma forma sempre foram utilizados na adoraçao comunitária.E sinceramente, falando em termos tupiniquins, acho impossível "valorizar também, com permissão escriturística, a nossa cultura brasileira" sem levar em consideraçao a dança.Aliás, me soa até estranho "ter que ser" bíblico a dança, isto é, acho tao esquisito proibi-la no culto, quanto permiti-la baseando-se no texto de Davi. Posto que a dança é uma das expressoes do ser que se alegra, nada mais natural do que dançar nao é? E nada melhor do que seja algo bem ensaiado e bem preparado até para fugir do ridículo (muito comum nas igrejas brasileiras).Por sinal, esse ridículo é culpa desse típico dois-pra-lá-dois-pra-cá nosso, onde nunca encontramos um adequado equilibrio, Sempre aparece um doutor em divindade rs para proibir (ainda que sutilmente) e outro doutor em divindade para permitir os extremos, e assim seguimos, sempre no 8 ou no 80.
Acho que podemos usar as danças de uma maneira saudável na adoraçao pública. Também nao acho que precisemos de um bíblico "dançarás no culto" para entender que a expressao corporal, as emoçoes, assim como a experiência com os sentidos podem, devem e de alguma forma sempre foram utilizados na adoraçao comunitária.E sinceramente, falando em termos tupiniquins, acho impossível "valorizar também, com permissão escriturística, a nossa cultura brasileira" sem levar em consideraçao a dança.Aliás, me soa até estranho "ter que ser" bíblico a dança, isto é, acho tao esquisito proibi-la no culto, quanto permiti-la baseando-se no texto de Davi. Posto que a dança é uma das expressoes do ser que se alegra, nada mais natural do que deixar sair espontâneamente, sem é claro negar a necessidade de fazer algo bem ensaiado e bem preparado até para fugir do ridículo (muito comum nas igrejas brasileiras).Por sinal, esse ridículo é culpa desse típico dois-pra-lá-dois-pra-cá nosso, onde nunca encontramos um adequado equilibrio. Sempre aparece um doutor em divindade rs para proibir (ainda que sutilmente) e outro doutor em divindade para permitir os extremos, e assim seguimos, sempre no 8 ou no 80.
Leandro,Eu queria passar a ser remunerado toda vez que ouço argumentos idólatras da Igreja Primitiva como o seu, geralmente acompanhado de adjetivos direcionados a uma pessoa que os comentadores não conhecem bem para classificar, como é o caso acima, o seu caso.É triste que uma discussão tão saudável como essa seja encarada de forma agreessiva e "irritante", mas liberdade de expresão é isso aí.. Mesmo assim vou ficar de olho e cortar qualquer comentário que seja abaixo do nível tolerável de respeito pelo próximo, ok?Leandro,O post do Augustus Nicodemos foi recheado de citações bíblicas e ele provou apropriadamente o que ele afirmou, sua "defesa" foi muito pobre, apenas uma expressão de revolta, sem conteúdo que realmente possa refutar o que o irmáo Augsutus disse. Te desafio a tentar de novo e fazer melhor da próxima vez, ok?Deus te abençoe.
pra o grande, Eu SOU eu danço no culto eu danço onde eu quiser !!!!!a palavra de Deus díz que Deus procura os verdadeiros adoradores ,,, eu danço eu pulo se eu sentir vontade de rolar no chão e virar pirueta e sentir que estou adorando a o todo poderoso Deus Jeová eu danço mesmo mas te respeito e respeito sua opinião ,,, mais te pergunto vc já adorou a Deus em espírito e em verdade ? vc já sentiu a presença do Espírito Santo em seu corpo , em seu coração ???mais é assim mesmo todos os que buscam a Deus verdadeiramente são maus interpretados !!!! veja ANA em 1 samuel capitulo 1 versículo 14 elí falou q ela estava embriagada ,, creio que ela deveria estar embriagada com do Espírito Santo ,, te pergunto : vc sabe o q é isso ? pra Deus temos que dar o nosso melhor também Davi quando dançava foi criticado … mais glória a Deus um abraço irmãos,, não critiquem as coisas de Deus critiquem as coisas do diabo !!! Deus nos chamou para desfazer mos as obras do diabo !!! busquem o batismo com o Espírito Santo .abraço
A bíblia comenta sobre alguém que dançou, mas não pede pra ninguém dançar, nem fala que era forma de adoração de costumes como estar sendo hoje em muitas igrejas, onde muitos dizem ser mas uma forma de ganhar almas pra Deus, assim como também os estilos de músicas que nos dias de hoje tem até FANK, se ganham almas pra Deus eu não sei, agora membros (ovelhas) para servirem de pastos certamente sim. Mas quem disse que está na Igreja é de Deus e será salvo, “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. (Mateus Cap.7, 21)”. E quem disse que está na igreja é fazer a vontade de Deus.
A vontade de Deus: Mateus Cap. 25
34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
35 porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes;
36 estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me.
37 Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
Cante, dance, pule,profetize e expulse demônios, mas não se esqueça de fazer a vontade de Deus.
Eu não que ofende, mas o Flavioo não deve ter lido a passagem onde fala para a adorar em Verdade e em Espirito, pois não se encaixa onde você tenta encaixa, não vamos ficar repetindo o que ouvimos falar, vamos analisar as Escrituras para não sermos meros repetidores. Só mas uma coisa no livro de Mateus Jesus cuspiu e com a saliva formou um lodo que colocou nos olhos de um cego e mandou que lava-se e seus olhos seriam abertos, alguem usa dessa prática na sua igreja ? Certamente é apenas um relato de um fato, não um costume tradição ou forma correta para a cura de um cego, assim como os eventos ocorridos com Miriã e Davi, é apenas um relato de um fato ocorrido, não uma tradição ou forma de adoração a Deus, Bom ao Deus da Bíblia não ao das igrejas pode ser.
Não quero ser ofensivo, mas por ser verdadeiro nas minhas palavras já me torno ofensivo, “Para aqueles que não querem aceitar a verdade” porem não estou no mundo para agradar o Homem, mas tento agradar à Deus, apesar de quase nunca conseguir, sempre que tenho oportunidade eu tento.
Que a paz de deus esteja conosco agora e sempre.
Olha, da mesma maneira que salmos fala do louvor fala da dança, caso não pode ter dança na igreja creio que também não poderá ter louvor (canticos), a bíblia de forma alguma diz que não pode, quando Paulo fala do Culto racional não diz que não pode ter louvor e dança.
É muito triste quando se pega versículos aleatórios e usam como se fosse a forma correta. Infelizmente esse tipo de coisa estão levando muitas pessoas a acreditarem no que não devem. Uma frase dita para o povo de Israel é realidade hoje “por falta de conhecimento o meu povo tem sido levado ao cativeiro”, as pessoas não estudam a bíblia não buscam entendimento da palavra e acreditam em tudo que andam falando e escrevendo.
Marcos, dançar no culto não é proibido. Apenas dei minha opinião do porque não colocaria esse elemento na liturgia e o Augustus a dele. Não é proibido dançar. O problema está em dizer que isso “é de Deus”. Eu curto metal extremo. Dançar no culto é tão bíblico como bater cabeça ou fazer uma roda de mosh num culto. Não seria pecado, mas se eu exagerasse e dissesse que isso era algo vindo do coração de Deus, eu estaria transgredindo a Bíblia, que éo que faz quem apóia a dança litúrgica. Sobre cantar no culto, a palavra “salmo” significa verso com melodia, ou seja uma canção. A bíblia, então, incentiva a cantar no culto. Numa música, é claro que a gente dá uma “tamborilada” e mexe o corpo. Em certas culturas, essa mexida de corpo é bem mais “vibrante” e não vejo problemas nisso, mas a partir do momento que dizer que está mexendo o corpo porque Deus mandou e forçar a todos, até quem não gosta das mexidas de corpo a participarem desse espetáculo, dizendo que “é de Deus”, aí sou forçado a dizer que a pessoa não está de acordo com a Bíblia..
Parabéns por sua resposta, quanto a você Thabata procure saber o que significa cada coisa “adorar” não é “louvar” louvor é música canção.
Veja bem…
“Louvai-o com o tamborim e a DANÇA, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos.” (Salmos 150:4)
Acho que o salmista foi claro quando disse isso né?E acho que usar a palavra espetáculo é um pouco pesado não acha? Graças a Deus eu (e muita gente) não dança por mero modismo, e sim para adorar a Deus com o corpo.Creio que assim como eu muitas pessoas que dançam nas igrejas não vão pra frente simplesmente para se aparecer (infelizmente muitos vão sim!), mais para adorar a Deus com o corpo! Se Deus me deu esta habilidades (pq as habilidades foram dadas por Deus) será que não posso usá-las para adorá-lo?E porque não dizer que é algo de Deus?Já que muitas pessoas são levadas a Jesus Cristo por este meio?Será que é necessário um versículo dizendo: “dancem nos cultos” pra ser de Deus?Ninguém é forçado a dançar, se vc já ouviu isso tenho q te dizer que está erradíssimo!
Claro que vc tem direito de expressar sua opinião, mais te convido a estudar a fundo o que a Bíblia fala sobre a dança!Tenho certeza que vc vai descobrir muita coisa!!
SOU MINISTRA DE DANÇA
E SINTO A PRESENÇA D DEUS DANÇANDO E ESTA É MELHOR FORMA DE ADORAR A DEUS
E ACHO Q VC DEVIA EXPRIMENTAR ….