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Existem muita visões e opiniões sobre o fim do mundo. Algumas interpretações das passagens bíblicas sobre o fim do mundo chegam até a ter repercussão na mídia sobre datas para o “mundo acabar” que nunca se cumprem e viram motivo de piada nas redes sociais.

Jesus foi claro quanto a datas:

Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.

Mateus 24:36

Mas Ele não foi claro quanto aos sinais que precederiam o fim do mundo e inspirou o apóstolo João em sonho para um livro cheio de alegorias para profetizar, por isso muito se especulou e muitos se especula sobre como será o fim do mundo e o que vai anteceder isto. Com o tempo, uma ciência para estudar o fim de tudo foi desenvolvida, chamada escatologia, que significa “estudo das últimas coisas” e as especulações passaram a ser sistematizadas teologicamente. Continue lendo para conhecer essas especulações de forma bem resumida.

AS CORRENTES ESCATOLÓGICAS

Entre os judeus, havia uma corrente escatológica na época dos apóstolos que dizia que haveria um período de paz e prosperidade na Terra, o “Reino do Messias” e depois seria inaugurada a Eternidade, essa corrente se chamava Quiliasmo. O teólogo William Masselink, falando do quiliasmo, diz que “os judeus dividiam o futuro em dois períodos distintos. A primeira era é considerada de natureza temporal e é designada como o reino do Messias. A segunda era é de duração eterna e é chamada de o reino de Deus”[1]. Essa ideia permeou muitos cristãos no começo, que interpretavam os “mil anos” descritos por João em Apocalipse como literais e não uma metáfora, como outros cristãos acreditavam.

Com o tempo, o quiliasmo foi suprimido no cristianismo. Tanto na Igreja Católica Romana, como na Igreja Ortodoxa Oriental, o quiliasmo perdeu seu espaço e a interpretação dos “mil anos” como metafóricos, que hoje é chamada de amilenarismo, ou “amilenismo”, se tornou oficial na Cristandade. Na época da Reforma, o quiliasmo continuou sendo combatido pelos reformadores. Na Reforma Alemã, a Confissão de Augsburgo, a confissão de fé luterana de Melanchton, companheiro de Lutero na reforma e assinada pelo próprio Lutero, é categórica:

Aqui se rejeitam, outrossim, algumas doutrinas judaicas que também ao presente se manifestam e segundo as quais antes da ressurreição dos mortos um grupo constituído integralmente de santos e piedosos terá um reino terrestre[2]

Calvino, líder da Reforma Suiça, mostra que o quiliasmo já não tinha expressão na época, tanto que, para ele, não merecia muita atenção. Nas suas Institutas, ele diz:

pouco depois, seguiram-se os quiliastas, que limitaram o reinado de Cristo a mil anos. E, em verdade, a ficção desses é por demais pueril para que tenha necessidade de refutação ou seja ela digna. Tampouco Apocalipse lhes empresta suporte, do qual certamente tiraram pretexto para seu erro, quando no número milenário [Ap 20.4] [3]

Depois da Reforma, no meio protestante, o amilenarismo foi deixado de lado por muitas correntes e surgiram propostas escatológicas ressuscitando o quiliasmo em torno dos mil anos mencionados em Apocalipse, por isso passaram a ser chamados de “milenaristas”. Essas posições hoje se dividem assim:

  • Pré-Milenarismo
  • Pós-milenarismo

Abaixo uma pequena síntese dessas posições cristãs.

AMILENARISMO

Nesta posição, o milênio não existe, é apenas uma metáfora usada por João, dentro da crença quiliasta judaica, para se referir ao bem estar da vida cristã, bem-estar interno, independente das condições externas, como justiça social, prosperidade material, etc, o Reino de Deus prometido por Cristo aos que crêem não é deste mundo, mas já está neste mundo pela fé, espiritualmente, a justiça de Deus não é social ou jurídica, mas espiritual, se refletindo na vida terrena dos cristãos; o domínio de Deus sobre o mundo como Criador é diferente do Reino de Deus que Jesus prometeu aos que crêem. Sendo assim, os benefícios do Reino de Deus são vividos aqui na Terra pela fé, pela ação do Espírito Santo. Já os “milenaristas”, crêem que além dos benefícios espirituais, haverá um período de “Paraíso na Terra”, tendo como base a menção de apocalipse ao “milênio”; mas para o amilenarista o milênio, por ser metafórico, já está acontecendo e trazendo paz e cuidados aos que crêem.

Também a tal “Grande Tribulação, que muitos milenaristas hoje mencionam como sendo um outro “período” ligado ao milênio, para os amilenaristas é um termo que descreve os sofrimentos do cristão, não um período, mas os problemas que o mundo nos traz ao seguirmos a Cristo, como rejeição, perseguições, dúvidas, desânimo, podendo até ser a causa de nossa morte..

A perseguição aos cristãos só cresce no mundo e a tribulação é muito grande para muito cristãos, mas em Cristo temos paz e justiça espirituais, as bênçãos descritas no milênio não são um período, mas são espirituais e vividas pela fé. Satanás já está limitado em suas ações, portanto preso, senão ele destruiria a todos, começando pelos cristãos. O retorno de Jesus será a qualquer momento e será já o fim do mundo, sem o “milênio” como sendo um período de tempo, sendo a volta de Cristo já o juízo final e novos céus e nova terra.

Essa é a vertente oficial das igrejas Católica, ortodoxa, luterana, Anglicana e de muitas denominações históricas. Mas entre seus membros nem todos são adeptos, alguns são adeptos de outros entendimentos escatológicos mesmo que suas igrejas abracem uma visão oficial.

PRÉ MILENARISMO

No pré milenarismo que se difunde hoje no meio protestante, temos duas correntes.

Em uma, se acredita que Satanás está solto e aterrorizando o mundo e o pecado só vai piorar, até chegar ao Ápice com o advento do Anticristo, uma pessoa que governará o mundo pelo poder de Satanás e haverá uma grande tribulação para os cristãos nessa época. A maioria dos pré-milenaristas acredita ainda que haverá um Anticristo na política, que será uma pessoa que antecederá o milênio unindo o mundo politicamente e trazendo uma falsa sensação de paz e justiça social na Terra, mas que, com o tempo, ele passará a se mostrar como sendo o enviado do diabo para matar muitos e destruir o que conseguir. Os pré-milenistas acreditam, que após o anticristo, Jesus volta, derrota a Besta (Anticristo) e estabelece um Reino de Mil anos de paz e justiça, onde haverá também uma conversão em massa pelo mundo com a presença dele na Terra. Depois do milênio, Satanás será solto novamente e Jesus o vencerá de uma vez por todas. Após isso, Cristo lançará Satanás, o anticristo e todos os condenados no lago de fogo. Então haverá novos céus e nova terra para o cristão morar eternamente, ou alguns crêem que os novos céus e uma Terra se referem a um novo sistema político, social e espiritual após o milênio aqui na Terra mesmo. Sobre essa vertente, o teólogo calvinista Millard Ericksson resume:

O pré-milenismo devota-se ao conceito de um reinado terreno de Jesus Cristo, com duração de cerca de mil anos (ou, pelo menos um período substancial de tempo). […] entende que Cristo estará fisicamente presente durante esse tempo; crê que Jesus retornará de forma pessoal e física, a fim de iniciar o milênio.[4]

E há outra vertente pré milenarista mais atual, chamada de Dispensacionalismo. Esta é a vertente mais popular nas Américas. Ela foi criada no século 19 na Inglaterra. A princípio, buscava separar a história humana em períodos, ou “dispensações”, determinando “fases” na linha do tempo da narrativa bíblica e da História humana. Dizia que o período entre a criação do Universo e do homem foi uma fase em que Deus agiu de certa forma, na “Dispensação da Criação”; Depois agiu de forma diferente em outra “dispensação”, ou “fase”, até o dilúvio; depois do dilúvio, Deus tratou com o Universo de outra forma em outra dispensação no período até Moisés; depois, entre Moisés e Jesus, houve outro período, chamado de “Dispensação da Lei”; agora, depois de Jesus, estaríamos, segundo essa corrente, na “dispensação”, ou “época da graça”, que vai acabar na “dispensação” do arrebatamento e do anticristo; então vem depois a dispensação do milênio; e depois a dispensação final, da Nova Jerusalém.

Os dispensacionalistas crêem que antes do Anticristo haverá um arrebatamento invisível e secreto, quando, segundo eles, Jesus virá à Terra antes de seu retorno triunfal para levar só os crentes e só os crentes verão a Jesus retornando sobre as nuvens, o resto da humanidade não O verá. Neste evento, segundo eles, os crentes serão “arrebatados” por Jesus para se encontrar com Ele nas nuvens, mas só os “arrebatados” verão este acontecimento, o resto da humanidade não, mas vão ficar na Terra e encarar a “Grande Tribulação”.

No dispensacionalismo, a Grande Tribulação é um período ligado à dispensação do Anticristo. Para eles, é um período de dor e sofrimento, principalmente para os que passarem a crer em Jesus após este evento do “arrebatamento” e não terão mais a “graça”, que já teve sua dispensação passada, para os auxiliar na fé. Vão ter que seguir a Jesus pelos seus próprios esforços e só quem não aceitar o reinado do anticristo e a marca da besta é que será salvo nesta dispensação do anticristo e da grande tribulação. Mesmo na atual “dispensação”, somente os fiéis na fé e nas obras escaparão da grande tribulação. O retorno  só depois da “dispensação do anticristo” que Jesus volta mais uma vez depois, agora sim na vista de todo mundo, e aí estabelece um milênio de paz e alegria e fica aqui até o Juízo final.

Esta é a corrente mais popular no Brasil e também nos EUA. Por lá, há também uma dose forte de nacionalismo e política, baseada um pouco no pós-milenarismo puritano [5], como veremos a seguir, muitos dispensacionalistas crêem que os EUA serão o exército que Deus usará contra o Anticristo [6], como vemos nos filmes de lá que fazem sucesso por lá e por aqui, como “Deixados Para Trás”, “Meggido”, etc.. No Brasil, essa influência também se faz presente entre muitos dispensacionalistas, principalmente no meio neopentecostal.

PÓS MILENARISMO

Outra vertente relativamente recente é o pós milenarismo, ou “pós-milenismo”. Ela nasceu entre os protestantes puritanos, no século 17, mas influenciou e ainda influencia, nos EUA, em áreas como a política e a teologia de lá, tanto nas igrejas, mesmo as que rejeitam o pós-milenarismo, como na sociedade secular também. Esta vertente foi a principal mentalidade predominante entre evangélicos estadunidenses até a primeira metade do século 20 sobre escatologia. Sua influência se extendeu também a movimentos com diferentes escatologias, como os grupos “restauracionistas”, considerados heréticos pela cristandade, grupos como os Mormons, Adventistas, Testemunhas de Jeová e outros, sua influência sobre o país foi muito grande, culminando na formação da doutrina do “Destino Manifesto” no século 19 que influencia a mentalidade expansionista estadunidense até hoje na política, até mesmo entre os secularizados descrentes no cristianismo.. Como observa Michelle Balbino:

“a expansão territorial era um direito divino concedido aos americanos para se espalharem por toda a América do Norte, apoiados por Deus… Observa-se nesse ponto a ligação imediata e concebida desde a fundação dos EUA, pela influência protestante puritana calvinista, onde agora não somente pelo exemplo, mas como uma doutrina expansionista”[7]. Citando Voltaire Schliling: “A ideologia do Destino Manifesto, largamente difundida pelos jornais daqueles tempos, nada mais era senão uma versão secularizada da idéia do Povo Eleito dirigindo-se para a Terra Prometida, tão a gosto dos puritanos que haviam começado a desembarcar na América no século XVII”. [8]

Nesta vertente, se acredita que haverá uma conversão em massa no mundo, e um período de paz e prosperidade mundial devido a essa conversão. A maioria das pessoas no mundo serão cristãs, segundo o entendimento deles de cristianismo, que é um entendimento fundamentalista calvinista; por isso,  acreditam que implantarão o “Reino de Deus” na Terra segundo estes valores fundamentalistas deles pela influência e participação ativa nas esferas das sociedades humanas, incluindo a política. Segundo o pós-milenarista Greg Bahn sendo, adepto também da Teonomia: “O cristão fica obrigado a guardar toda a Lei de Deus como modelo de santificação e esta Lei deve ser forçada pela magistratura civil”(9)

Acreditam que esse Reino será estabelecido na Terra por muito tempo, mas negam a literalidade dos mil anos. Jesus volta só depois deste período, julga os mortos e os vivos e todos ficamos aqui mesmo, num novo sistema de vida social e política que será o cumprimento de “Novos Céus e Nova Terra”. Acreditam que nesse período “milenar” (mesmo que não creiam que sejam mil anos literais, muitos usam este termo), haverá paz e justiça social, que a Igreja será íntegra e a maioria das pessoas crerão no Evangelho. Acreditam que devem influenciar todas as áreas de atuação humana, política, economia, sociedade, cultura, conhecimento, etc, para chegarem a este “milênio” (não literal) de paz, prosperidade e justiça.

O teólogo Loraine Boettner explica resumidamente:

“O Pós-milenarismo é aquela visão das últimas coisas que afirma que o reino de Deus está sendo agora estendido por todo o mundo através da proclamação do evangelho e da obra salvífica do Espírito Santo, de modo que o mundo será finalmente cristianizado, e que o retorno de Cristo ocorrerá ao final de um longo período de justiça e paz normalmente chamado de Milênio.”[10]

Esse pensamento foi popular na Grã Bretanha e nos EUA por muito tempo. Depois das duas guerras mundiais, esse pensamento declinou, hoje são muito poucos sustentam essa visão pós-milenarista, mas a influência desta doutrina ainda é muito forte no Ocidente entre os protestantes, principalmente nas Américas, aonde as ideias de um domínio político em nome de Cristo,  ou dos “valores cristãos”, é pregada em muitas igrejas, e mesmo pós milenaristas convictos ainda resistem em alguns lugares, mas com pouca expressão ou confinados presentes em grupos sectários como a “Teonomia” (seita calvinista que prega as leis civis de Moisés, reinterpretadas por eles, como ainda válidas hoje em dia como reguladoras da fé cristã e de políticas públicas). 

Por aqui, a principal influência se vê em teorias de conspiração presente em cristãos de Direita que veneram o capitalismo estadunidense e demonizam a “esquerda” na política como se fosse incompatível para o cristão, ou algo como sendo algo próximo ao “anticristo”, ou mesmo entre cristãos de esquerda que demoníaca o capitalismo e a “Direita” e desejam um “Reino de Deus” na Terra segundo os valores de esquerda. 

Mas hoje em dia é mais forte a presença da influência pós milenarista n ideia que a interpretação estadunidense de sociedade e economia são de origem divina e mais próximas ao que chamam de “padrões bíblicos” e, portanto, a única forma realmente cristã de trabalhar as questões sociais, econômicas, por isso buscam “redimir” a cultura, a teologia, a economia e a política com o capitalismo aliado à teologia calvinista fundamentalista dos EUA, combatendo valores que consideram “demoníacos”, ou “incompatíveis com o cristianismo”. 

Durante a Guerra Fria, baseados neste entendimento, combatiam o socialismo e o comunismo, agora combatem tudo que soe estranho ao capitalismo estadunidense e ao calvinismo, tendo como algo principal as agendas políticas, sociais e econômicas de Esquerda ou mesmo de Centro-Esquerda. No Brasil, vemos a influência dessa mentalidade nos discursos invoncando uma tal “cosmovisão cristã” por parte de calvinistas que entendem o Reino de Deus como vindo ao mundo por meio da atuação social, cultural e política se espalhando por várias denominações e correntes teológicas, mesmo entre os que discordam de uma escatologia nominadamente “pós-milenarista”, como os neocalvinistas. 

E mesmo fora do calvinismo, essas idéias tomaram muita importância, como no neopentecostalismo, que é dispensacionalista, mas muitos aderiram a idéias similares ao destino manifesto, fruto do pós-milenarismo, que dizem que os cristãos devem estabelecer a ética “judaico-cristã” pela cultura, política e combater os desafios a ela. Sendo assim, vemos personalidades políticas neopentecostais que crêem no dispensacionalismo, mas lutam também por “políticas cristãs”, como Marco Feliciano, Silas Malafaia e outro.. Até no luteranismo vemos essa “cosmovisão cristã”, contrária ao nosso conceito teológico de justificação somente pela fé,  da teologia dos dois reinos (ou dias mãos do Reino de Deus) e da ética como vocação do cristão ao invés de “cosmovisão”.

MILENARISMO “LIGHT”

Outras esperanças milenaristas também são muito fortes no meio protestante e até católico no Brasil. Teologias populares como a Teologia da Libertação, a Teologia da Missão Integral, o Neocalvinismo e outras teologias que buscam “integralizar” a mensagem do Evangelho com ação social com o objetivo de “redimir” ou “libertar” as pessoas pela ação social, econômica e política, esperando por paz e justiça social na Terra, de forma local, para estes mais “light”, ao invés de global, como pregam os milenaristas, através do trabalho cristão como sendo ação divina, o que não é propriamente a visão milenarista de um período milenar de paz e justiça social, mas não deixa de ser semelhante ao antigo quiliasmo judeu e ao pensamento milenarista protestante,s só que teologicamente aberto e adaptável às diversas teologias cristãs e adaptável a outras escatologias. 

Para estas teologias, o cristão tem o papel obrigatório de agente de transformação social, e a Igreja deve atuar para trazer paz e prosperidade material ao mundo, ou seja, trazer o “Reino de Deus” ao mundo, segundo eles, pelo trabalho social ou mesmo político. Mesmo muitos amilenaristas professos são adeptos dessas teologias que pregam o Reino de Deus no mundo como tendo por objetivo não o Resgate e o perdão dos pecados apenas,  mas também, ou principalmente (para alguns), ser um agente de transformação social. Para estes, a pregação da mensagem cristã deve ter efeito social, senão não é cristã de verdade. Essas visões mais “light” são muito criticadas no meio cristão por promover a justificação pela ação social e não pela fé somente.

CONCLUSÃO

Tentei fazer um resumo das posições escatológicas mais populares no Brasil. Eu sou amilenarista, mas tentei descrever de forma respeitosa e bem resumida as outras posições. Claro que todo resumo deixa muita coisa de fora,  não dá para colocar todas as formas e variações das correntes escatológicas que eu abordei e talvez alguns vão achar imprecisas ou mesmo “injustas” minhas descrições dessas posições, infelizmente posso mesmo não ter tratado com os detalhes merecidos por estas posições, mas aqui abaixo tem a bibliografia das citações que usei, com trabalhos bem mais completos sobre o assunto para você pesquisar e tirar a sua própria conclusão. Este artigo foi só uma apresentação resumida das posições mesmo.

 

Bibliografia:

1 – Why Thousand Years?, pág 20. William Masselink. Eerdmans Publishing Company.

2- Confissão de Fé de Augsburgo, Artigo 17.

3- Institutas da Religião Cristã – Volume 3, pág 453. João Calvino.

4- Para mais informações sobre a relação entre nacionalismo e as visões escatológicas nos EUA, conferir Merriam Webster – Encyclopedia of World Religions, 1999, capítulo sobre millenialism de Richard Landes.

5- No Brasil, a Revista “Chamada da Meia-Noite” traduz vários artigos dispensacionalistas aonde se pode conferir mais a fundo esta vertente.

6-Introdução à Teologia Sistemática, pág 511. Millard J. Ericksson. Editora Vida Nova.

7- Monografia universitária, pág. Michelle Balbino. Extraída da internet em <https://unibhri.files.wordpress.com/2010/12/michelle-balbino-a-influc3aancia-protestante-na-formac3a7c3a3o-dos-eua-e-sua-polc3adtica-exterior_-da-fundac3a7c3a3o-ao-destino-manifesto.pdf&gt;

8- Ibidem, pág 26

9- Basenotes, Greg. Theonomy. pág 34, citada por Mary Schulz no artigo dela sobre Teonomia, no site dela na Internet. 

10- BOETTNER, Loraine. The Millenium. Grand Rapids: Baker, 1975. Citação extraída do artigo sobre pós-milenarismo sob uma crítica luterana, do professor Gerson Linden, aqui do meu blog, aonde ele põe muitas referências bibliográficas de suas citações para estudo da posição pós-milenarista. Você pode conferir em https://thiagosurian.wordpress.com/2014/03/14/a-escatologia-luterana-e-o-milenarismo/

 

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