A Lei e o Evangelho são diferentes, mas devem andar juntos.
A Lei e o Evangelho são diferentes, mas devem andar juntos.

O PROBLEMA COM A SEITA DOS TEONOMISTAS E OUTROS LEGALISTAS 

Apesar do que me acusam ex-amigos adeptos de uma seita hiper-calvinista, eles dizem que eu sou “antinomiano”, palavra que eles usam querendo dizer que a pessoa é um antinomista, eu não sou não. Muito pelo contrário. eu amo a Lei de Deus!

Surian, você tá falando em língua estranha e não tenho dom de interpretação, rapaz. O que diabos significa “antinomiano”, ou “antinomista”?

ANTINOMISMO

A palavra “nomia”, ou “nomos”, em grego, significa “Lei”. Um “antinomista” é uma pessoa que não gosta da Lei, que é contra ter a Lei de Deus como princípio cristão, no caso da Teologia. esse termo foi usado por Lutero para se referir a João Agrícola, teólogo luterano da época da reforma que entrou em atrito contra Melanchton, assistente de Lutero, dizendo que os cristãos não deveriam ter mais consideração moral ou dar valor à Lei do Antigo Testamento, que só o Novo Testamento deveria ser considerado, que dividir a Lei e o Evangelho significaria separar a Lei e o Evangelho, sendo a Lei apenas um simbolismo, um memorial, mas sem valor algum para o cristão.

Já que estavam acontecendo reformas religiosas em vários países, como na Alemanha, então João Agrícola dizia que esse assunto deveria ser considerado e os reformadores deveriam descartar a Lei e o Antigo Testamento como denominadores de doutrina cristã, mas somente o Evangelho e o Novo Testamento deveriam ter essa consideração. Isso deixou Melanchton p. da vida e eles realizaram debates sobre o assunto, Melanchton contou com o apoio de Lutero neste tema e essa pauta antinomista foi rejeitada pelos reformadores e pela Reforma Protestante em si, que mantiveram o ensino da Bíblia e dos pais da Igreja que, apesar de a Lei não ter efeito penal mais sobre o povo de Deus, e que as regras que eram só para Israel, como as civis e cerimoniais, não valem como norma nestas esferas para o cristão, mas a Lei ainda está válida e tem 3 usos principais.

OS CORRETOS USOS DA LEI DE DEUS

– o de freio, aonde Deus imputa sua moralidade na sociedade secular e controla a maldade humana levando as autoridades, os pais, as famílias e as pessoas em geral, independente de sua fé, para evitar que a humanidade se auto-destrua e assim qualquer pessoa possa saber dentro de si, com a Lei gravada em seus corações, o que é certo ou errado e assim a nossa espécie desenvolve sua moralidade e sua racionalidade, dentro destes parâmetros que Deus gravou no coração humano. Com o pecado, estes parâmetros são desvirtuados e foram corrompidos, por isso o homem sabe dentro de si que não pode matar, mas mata; que não pode roubar, mas rouba; que não pode trair, mas trai e etc.. O homem, corrompido pelo pecado, escolhe fazer o mal, mas esta “consciência humana” do que é bom ou mal funciona ainda como freio de nossa maldade aonde Deus preserva nossa espécie.

– o de espelho, que é o principal uso da Lei, aonde podemos ver, enxergar e entender que somos pecadores e a dimensão deste fato. Neste uso teológico, você ouve ou lê as leis e exigências de Deus e assim você entende seu estado de pecador, porque você percebe que não cumpre a Lei e não atende as exigências de um Deus perfeito e Santo. Este é o principal uso, porque por Ele nos reconhecemos miseráveis e necessitados de perdão, então pela mensagem do Evangelho, não da Lei, descobrimos que Jesus cumpriu a Lei por nós, substituiu os pecadores cumprindo as exigências de Deus e pagando pela nossa desobediência e ao confiarmos em Deus somos justificados e aceitos por Deus mesmo sendo ainda pecadores. Essa fé confiante vem pelo ouvir do Evangelho, mas pela Lei descobrimos a necessidade do Evangelho e nossa condição miserável. A Lei não nos justifica, não nos santifica, não nos faz aceitáveis a Deus, mas somente a fé que vem como um presente de graça do próprio Deus, que nos faz confiar em Cristo, que nos salva, nos justifica e nos santifica. Essa mensagem de perdão e salvação pela graça por meio da fé é o Evangelho, não a Lei. Mas por este segundo uso podemos nos olhar como num espelho e enxergar nossa condição e nossa dependência total de Deus. É baseado neste uso que resolvi escrever este texto.

– o de norma. Ou seja, a lei de Deus orienta a nossa moralidade depois da fé. Ela nos orienta o que devemos fazer e o que não devemos fazer como cristãos. Paulo explica aos gálatas que, quando estamos andando em Espírito, ou seja, amando a Deus e ao próximo, não precisamos da Lei, porque fomos regenerados pelo Espírito Santo no santo batismo e temos agora novas vontades para fazer o bem e evitar o mal, mas a natureza carnal, herança de Adão e corrompida pelo pecado, ainda está em nós, ainda somos carne caída e corrompida pelo pecado, e ainda pensamos, desejamos e cometemos muitas injustiças e pecados. Então somos devedores a Deus e ao nosso próximo por não amarmos corretamente nem a Ele, nem nosso semelhante, e precisamos da Lei e de todas as Escrituras “para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.” (2 Timóteo 3:16,17). Ao orarmos pedindo a Deus que nos ajude, ao confiarmos em Deus para perdão dos nosso pecados, sendo mortos e ressuscitados pelo santo batismo todos os dias, ao recebermos o corpo e o sangue de Cristo na Santa Ceia e ao ouvirmos e lermos a Palavra de Deus, nossa fé é alimentada e nossa metanoia, nossa conversão, se torna algo diário e progressivo. A Palavra de Deus nos orienta pela Lei como devemos amar a Deus e ao nosso próximo e isso vai se tornando diário para nós, mesmo que ainda tenhamos muitas falhas e pecados por causa de nossa natureza humana. A Palavra de Deus nos proclama o Evangelho de perdão e também nos orienta na vida cristã em amor como algo natural e diário.

EU AMO A LEI DE DEUS

Então, tem como não amar a lei de Deus? Eu amo a Lei de Deus!!

A maior passagem da Bíblia, o salmo 119, é uma poesia escrita quase que exclusivamente para elogiar e nos mostrar a beleza e a importância da lei moral de Deus. Só a introdução dela quebra qualquer chance de antinomismo para o cristão;

Como são felizes os que andam em caminhos irrepreensíveis, que vivem conforme a lei do Senhor!
Como são felizes os que obedecem aos seus estatutos e de todo o coração o buscam!
Não praticam o mal e andam nos caminhos do Senhor.
Tu mesmo ordenaste os teus preceitos para que sejam fielmente obedecidos.
Quem dera fossem firmados os meus caminhos na obediência aos teus decretos.
Salmos 119:1-5

Eu fico pensando na Lei e seus maravilhosos preceitos e não consigo ver como uma ferramenta de oprimir os outros, como as seitas que se apropriam e reinterpretam a Lei de Deus fazem, mas uma forma amorosa de Deus proteger sua Criação a quem Ele chama de filhos.

ANTIGA E NOVA ALIANÇAS

Por exemplo, os sabatistas, são um grupo infiltrado entre protestantes que se atêm a certas regras cerimoniais que eram só para Israel e não determinam mais a religiosidade do cristão, que na Nova Aliança é somente pela fé, assim como as regras civis de Israel também não determinam mais o pensamento político e social do cristão, mas os sabatistas vêm com uma aplicação legalista e errada da Lei reinterpretam a questão sabática e dietética da Lei, buscando seguir certas orientações cerimoniais que eram exclusivas aos judeus como sendo também vigentes aos cristãos num sentido moral e penal, mas os sabatistas determinam um dia específico para se guardar o sábado, palavra hebraica que significa descanso, e os sabatistas aproveitam que nosso idioma chama o sétimo dia de semana de sábado para dizer que é neste dia que o cristão deve parar suas atividades e guardar o sétimo dia da semana de forma cerimonial (a Bíblia diz para pararmos nossa atividade de descansarmos uma vez por semana, não num dia específico da semana do calendário gregoria/juliano/hebraico/etc) e também tentam determinar como o cristão deve agir neste dia, proibindo e permitindo atividades conforme sua teologia própria, que não encontra respaldo nas escrituras, que dizem que o sábado cristão pode ser qualquer dia da semana (Gal 4.9-11), que as formas cerimoniais de guardar o dia de descanso eram apenas sombra da Nova Aliança e não estão mais vigentes para os cristãos (Col 2.16,17) e que o sábado nesta nova aliança é um descanso na obra de Jesus, que alcançamos eternamente pela obra de jesus, não guardando preceitos cerimoniais de descansar como era com Israel.

Ou seja, o sábado já acontece para nós pelo trabalho de Jesus, em quem temos descanso, nele esta Lei se cumpre e não mais a cumprimos da forma cerimonial do Antigo testamento, mas quando o cultuamos já estamos no sábado de Deus, e isso podemos fazer a qualquer dia da semana (Heb 4), ainda que seja realmente necessário parar nossas atividades, dar descanso ao corpo e aproveitar para cultuar o Rei dos reis. (Marcos 2.27).

Outra forma opressora e contrária à nova Aliança é a dos legalistas que buscam em regras vestuais, cerimoniais e até mesmo civis das leis de Israel uma teologia que determine as maneiras de se vestir, de qual comida aproveitar e qual evitar e como pensar em política e sociedade, mas é claro que reinterpretam estas leis para se adequar a seus pensamentos e teologias próprias e colocam como fardo para os que acreditam neles levarem enquanto buscam seguir Jesus. Daí vemos grupos e igrejas legalistas com fortes usos e costumes sobre estas questões civis, cerimoniais e culturais em nosso meio.

A JUSTIFICAÇÃO É APENAS POR MEIO DA FÉ

A Lei de Deus, então, não serve para dizer diante de Deus quem é cristão ou não, quem é santo ou não. Isso só Deus pode determinar em Cristo, e o sinal que temos que somos cristãos é a nossa fé, a nossa confiança em Deus para a nossa salvação. É somente pela fé que somos justificados, que somos inocentados e considerados povo de Deus, não mais por guardar a Lei, porque não a guardamos corretamente.

A LEI MORAL AINDA ESTÁ EM VIGOR

Ainda assim, a lei de Deus é um presente de Deus para nós, para nos orientar correta e perfeitamente a como fazer o bem que nosso espírito regenerado quer, mas nossa carne corrompida pelo pecado não deseja e quer fazer o contrário para o mal. A lei nos ajuda a andar em Espírito e resistir aos desejos corrompidos da carne. Se andarmos em Espírito, a lei se torna desnecessária porque já cumprimos a lei por esse Espírito, mas ao sermos tentados pela carne a pensar ou praticar o mal, podemos usar a Lei para agir certo diante das dúvidas, incertezas e tentações que a carne nos traz.

A Lei Moral é a Lei dada pelo próprio Deus a todos os homens, escrita pelo próprio dedo dele em tábuas de pedra, ou seja os dez mandamentos, que Jesus nos resume em dois mandamentos de amor por Deus e pelo próximo e que devemos seguir e todos somos condenados por não seguirmos. Esta Lei Moral está gravada no coração de todos os homens e guia a consciência de todos de que há um criador e que somos observados, que devemos respeito a este criador, que devemos descansar nossos corpos e espíritos, que não devemos matar, roubar, adulterar, cobiçar, que devemos respeitar nossos pais e demais autoridades. Nas Escrituras encontramos aplicações destas leis e orientações de como agir em amor a Deus e pelo próximo obedecendo os mandamentos de Deus, conforme ensinados pelos profetas, pelos apóstolos e pelo Filho de Deus. As demais leis e regras, que eram sobre cerimônias, dietas alimentares e deveres civis de Israel já passaram.

Apesar de eu não ser mais calvinista há alguns bons anos, ainda concordo com João Calvino em alguns pontos. Este aqui é um deles:

A lei moral é perfeita. “A lei do Senhor é perfeita.” . Salmos 19: 7 É um modelo exato e plataforma de religião; é o padrão da verdade, o juiz das controvérsias, a estrela polar para dirigir-nos para o céu. “O mandamento é lâmpada. Pv 6: 23. Embora a lei moral não seja um Cristo para nos justificar, é uma regra para nos instruir.

A lei moral é inalterável; ela ainda continua em vigor. Embora as leis CERIMONIAIS e JUDICIAIS são REVOGADAS, a lei moral entregue pela própria boca de Deus é de uso perpétuo na igreja. Ele foi escrito em tábuas de pedra, para mostrar a sua perpetuidade.
(João Calvino, sermão sobre os 10 mandamentos)

Então eu fico pensando: A Lei diz para não matar. Jesus explicou que se eu sentir raiva sem motivo do meu próximo eu já sou um assassino. Eu sou um cara super revoltado, sinto raiva facilmente, minha carne sempre me inclina à revolta e à indignação. E nem sempre (ou melhor, quase nunca), eu coloco meu sentimento de revolta ou indignação na balança da justiça. Eu vejo um político corrupto, um acusado de ter cometido um crime, eu já fico revoltado, sem nem ter informações suficientes para avaliar se a pessoa é culpada ou não, já condeno meu próximo em meu coração à morte e ao mal sem que ele tenha recebido um julgamento justo que determine se a acusação contra ele procede e ele realmente merece minha indignação. Ou seja, se ele for inocente, o bandido e corrupto sou eu. Eu que estou sendo como um homicida diante de Deus (1 Jo 3.15/Mat 5.21,22). Isto é só um exemplo do que Jesus ensinou no sermão do monte, que o pecado ele acontece não só por ações que tomamos, mas também por pensamentos e palavras que temos sobre o nosso próximo que estão fora do amor por Deus e pelo próximo – a Lei de Deus. Jesus explica que pensar mal do próximo já é homicídio, que invejar o próximo já é roubo, que desejar a mulher do próximo já é adultério, ou seja, vou colocar aqui as próprias palavras de Jesus:
Pois do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias. Essas coisas tornam o homem ‘impuro’ (Mateus 15:19,20).

EVANGELHO = A BOA NOTÍCIA DO PERDÃO DE DEUS, POR ISSO MAIS IMPORTANTE QUE A LEI

Sabendo disso, qual é o tamanho do perdão de Deus por quem Ele ama? É infinito! Nossos pecados não têm fim. Pare para pensar. Então o perdão de Deus também não tem fim. Nós pecamos toda hora e Deus nos perdoa toda hora. E eu só posso afirmar isso se eu der valor à Lei. Se eu amar a lei e buscar seguí-la. Só assim posso entender o quanto sou falho e o tamanho do favor de Deus comigo e o quanto não mereço este favor, assim posso dizer com toda a certeza que Deus é bom, e que a lei de Deus é boa, porque ela visa o bem de toda a humanidade, mas nós nos corrompemos pelo pecado, mas Deus é bom e gracioso com toda a humanidade, como diz Paulo:
Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos.
A lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada. Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça, (Romanos 5:19,20)

CONCLUSÃO

Então a Lei de Deus é alvo de todo o meu amor. Alguns ex-amigos entraram para uma obscura seita hiper calvinista chamada “Reconstrucionismo”, também chamada de “Teonomia”, que é infiltrada no meio reformado estadunidense e, consequentemente, no meio calvinista brasileiro também. Dois deles eram até editores comigo na página Calvino da Depressão, que criei quando era calvinista e ainda mantenho no Facebook como espaço para falar de protestantismo, incluindo aí o calvinismo, naquilo que temos como pontos positivos como protestantes em geral, também tirando sarro de algumas rivalidades sem sentido e sem sentido que existem entre evangélicos que têm tanto em comum, mas brigam por algum ponto elementar, como a rusga de “calvinistas versus arminianos”, que eu acho muito engraçada no geral, apesar de lamentar que muitos levem esta rusga como contenda e tenham uma abordagem muito militante e cheia de negatividade desta questão.

Estes ex-amigos calvinistas radicais da seita da Teonomia que não gostam mais de mim por causa de minhas posições de fé, até escreveram um texto citando meu nome, me acusando de mentiras e misturando frustrações pessoais comigo com minha teologia, me acusando de ser “antinomista” por não ter a mesma visão política que eles, me associando com a Bíblia Freestyle (o que para mim não é problema algum, mas não sou editor dela e não tenho o costume de postar na página os versículos dela por causa do mimimi do público da página, formada por evangélicos com uma cultura bem ascetista, e, para evitar conflitos e contendas, respeito o público da página e evito postagens que os ofendem, mesmo que para mim não seja problema, ou seja algo que eu gosto, como Bíblia Freestyle, Black Metal, Missas Católicas e Protestantes, etc, coisa que não faz parte do universo ascético dos calvinistas e outros evangélicos que curtem minha página, e eu respeito isso) e até acusações absurdas de defesa da pornografia fizeram contra mim, forçando a barra de maneira bem maldosa na interpretação de postagens minhas e de amigos.

Isso me prejudicou um pouco, porque eu usava pseudônimos na página e não queria aparecer como pessoa, mas só que as idéias colocadas lá aparecessem e fossem debatidas entre os curtidores da página. Agora muitos sabem quem sou eu e o uso de pseudônimo perdeu o sentido, apesar de usar ainda algumas vezes pelo motivo de que eu acho legal e não devo satisfação pra ninguém.. haha.. Mas okay, foi até bom “perder” estas falsas amizades para não tomar uma “apunhalada” pior depois. Graças a Deus a intenção deles não se concretizou, ninguém me conhecia mesmo, então as acusações deles não tiveram a repercussão que eles buscaram e não precisei nem desmentir ou fazer nota pública desmentindo as acusações pessoais e teológicas que fizeram contra mim. As pessoas devem ter percebido logo de cara o quão absurdas eram estas acusações e fui muito pouco questionado sobre elas, a maioria disse que estava em choque pelas acusações e que não davam valor a elas, porque viam que minhas postagens não seguiam o que eles me acusavam. Mas se eu já tinha sinal amarelo contra a seita dos teonomistas, o sinal vermelho acendeu de vez e hoje evito o contato mais próximo com adeptos desta seita, até por questões de segurança, mas oro a Deus que enxerguem o fim da Lei: Cristo, e aprendam que a lei não é a interpretação furada que Rousas John Rushoddony, principal (falso) profeta deles, dá a ela, que se atém basicamente só à política, acrescentando e retirando muitas coisas das leis mosaicas para defender um sistema político muito baseado no “American Dream” dos “White Anglo Saxons and Protestants” (WASP), pervertendo as Escrituras para dizer que este é o sistema que Deus estipulou e que os cristãos deveriam implantar na sociedade civil através da política.

Peço a Deus que saiam deste engano e que Ele envie pessoas que conquistem a simpatia deles, que são muito fechados, intransigentes e fundamentalistas, uma seita bem escravizadora, semelhante às testemunhas de Jeová e outras seitas exclusivistas, mas que possam fazer amizades com estas pessoas e trazer os teonomistas a Cristo, que o Senhor os livre do engano.

Mas, caso você tenha lido por aí que eu seria um “antinomiano”, ou um “libertino”, agora você sabe da minha própria “pena” que não. Eu amo a Lei de Deus!

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